Eu já caí no clichê na postagem de natal, e não queria cair no clichê pra postar sobre o fim do ano, mas aí me lembrei que o blog é meu e eu posto o que eu quiser.
Ah, como sou doce.
Enfim. Tá terminando 2011 e estou muito feliz. Nossa, estou irritantemente chata nesse post, mas é verdade que estou mesmo feliz. Foi um ano em que consegui muitas coisas que eu queria há um bom tempo, e que por algum motivo, não andavam. Nesse ano as coisas andaram. Mas acho que não é das minha realizações que quero falar aqui.
Vocês podem perceber que meus posts têm vida própria. Aqui nesse blog, eu rabisco. Escrevo as coisas conforme elas me vêm na cabeça, então eu nunca sei do que é que eu vou escrever quando começo a digitar. E também não leio os meus textos antes de publicar, porque senão eu acho ruim e apago. Então a minha proposta aqui, na verdade é vomitar. Escrevo de qualquer jeito e sei lá por que raios alguns de vocês gostam, ou ao menos, dizem que gostam.
Esse blog fará 1 ano em janeiro, e eu fico muito feliz que tenha mais de quatrocentos seguidores aqui. Fico muito feliz com os comentários aqui e no twitter. Então acho que hoje eu quero agradecer.
Obrigada, 2011, por ter me deixado conseguir coisas que eu queria. Quero agradecer também a mim mesma por querer as coisas. Vocês sabem, querer coisas é um treco muito complicado. Se esforçar dá trabalho.
Não to gostando nada do que to escrevendo, mesmo sem ler. Acho que eu queria mesmo era uma poesia. Eu queria uma poesia pra comer. Letras que me fizessem cócegas, textos que me transcendessem. Mas o último post foi clichê, esse post foi banal. A felicidade é mesmo uma merda pra escrita.